quinta-feira, 19 de maio de 2011

la

la

Tecnologia promete carregar celulares com o poder da voz humana

Nova técnica poderia transformar o som em eletricidade para carregar aparelhos eletrônicos

Protótipo da tecnologia converte 100 decibéis em 50 milivolts de energia elétrica
Uma tecnologia em desenvolvimento da Coreia do Sul promete carregar celulares usando nada além do poder da voz humana.
De acordo com o grupo de engenheiros elétricos responsável pelo projeto, a tecnologia poderia transformar o som em eletricidade, permitindo que um celular seja recarregado enquanto seu usuário mantém uma conversa.
A tecnologia também seria capaz de aproveitar o ruído de fundo, seja de fala, ruídos ou até mesmo música, para carregar o telefone.
"O som que existe em nossa vida cotidiana tem sido negligenciada como fonte. Isto nos motivou a realizar o projeto, transformando energia sonora de música, voz ou ruído em energia eléctrica”, explicou o Dr. Sang-Woo Kim, responsável pelo projeto.
A tecnologia usa nanofios de ZnO (óxido de zinco) dispostos entre dois eletrodos. Um captador de som é colocado no sistema, permitindo que, com as vibrações sonoras, os fios de óxido de zinco se comprimam e voltem ao normal, gerando eletricidade.
Um protótipo da tecnologia foi capaz de converter um som de cerca de 100 decibéis – o equivalente ao ruído dos carros – em 50 milivolts de energia elétrica.
Isso ainda não é o suficiente para carregar um celular, mas os pesquisadores envolvidos no projeto esperam que ela possa gerar mais eletricidade ao trocar o óxido de zinco utilizado nos fios dos atuais protótipos por outro material.
A tecnologia de conversão de ruídos sonoros em energia elétrica está em fase de produção desde o final do ano passado, no Instituto de Nanotecnologia da Universidade de Sungkyunkwan, Coreia do Sul. O protótipo comprovou a eficácia do conceito, mas faltam melhorias para que o serviço chegue ao mercado.

terça-feira, 10 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Google monitora localização de usuários a partir do Android

E-mails internos comprovam que gigante não só rastreia os clientes, como considera essenciais os dados que obtém com tal prática.


Uma série de e-mails trocados internamente entre executivos da Google mostra como dados de localização são importantes para a empresa. As mensagens, além de alarmar os usuários, dão mais argumentos aos defensores da privacidade, preocupados com o modo como as grandes companhias monitoram os internautas.

Elas foram escritas pelo CEO Larry Page logo após a Motorola ter substituído o serviço de localização da Google em seus celulares pelo concorrente Skyhook. Segundo o jornal San Jose Mercury News – conhecido por suas reportagens a respeito do Vale do Silício – o executivo não ficou nada feliz com a decisão da fabricante.
“Posso ter uma resposta quanto a isso?”, lê-se em um e-mail direcionada a sua equipe. A mensagem foi obtida por ser um dos documentos estudados no processo da gigante contra a Skyhook – motivada exatamente pela atitude da Motorola.

A Google quer saber onde você estáVários funcionários, inclusive Andy Rubin, responsável pelo sistema Android, responderam a Larry Page, destacando que, de fato, as informações de localização são muito importantes para a companhia. Ficaram ainda mais, disseram, depois que a coleta de dados a partir dos carros do Street View foi descontinuada devido à insatisfação pública.
Ambos, Google e Skyhook, usam os hotspots Wi-fi para identificar a localização do smartphone. Para determiná-la, algoritmos medem a distância para esses pontos – um modelo muito mais preciso que aqueles que usam, exclusivamente, torres de celular para tal.
Dados de localização são essenciais às empresas, pois ajudam na elaboração de publicidade direcionada, e indispensáveis a alguns aplicativos, como Foursquare e Facebook Places. Elas, no entanto, têm dificuldades em esclarecer como obtém algumas informações, já que muitos consumidores se preocupam com possíveis infrações à privacidade.

A Apple não é a única
Até agora, a Apple foi a companhia mais
atacada por tal prática. Sabe-se, porém, que ela não é a única a monitorar seus clientes. Além da Google, a Microsoft faz o mesmo, e seria uma bela surpresa se a Research In Motion (RIM) – ainda livre de acusações – não estiver no mesmo barco.

Uma das maiores reclamações é que os usuários não tem sequer a opção de desativar o monitoramento. Por enquanto, apenas o Android oferece uma alternativa efetiva para isso, ao contrário do iPhone e do Windows Phone 7.

http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/05/02/google-monitora-localizacao-de-usuarios-a-partir-do-android/

sexta-feira, 15 de abril de 2011

IE9 chegará aos computadores via Windows Update

O Internet Explorer 9 começará a chegar aos usuários via Windows Update nesta segunda-feira (18/04), informa a Microsoft.

Sites coreanos denunciam Google por práticas anticompetitivas

Os dois maiores sites de buscas da Coreia do Sul denunciaram o Google nesta semana por práticas anticompetitivas no mercado de buscas em aparelhos móveis. As queixas, foram registradas na Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) pela NHN e pela Daum Communications. Elas alegam que a companhia americana restringe o acesso dos sites ao Android, sistema operacional do Google para dispositivos móveis, com a clara intenção de monopolizar as buscas feitas por meio desses aparelhos.

De acordo com notícias que circularam na imprensa internacional, as empresas coreanas querem que o governo americano investigue as práticas de negócios do Google no mercado de smartphones. A argumentação das empresas coreanas é de que o site de buscas, por meio de uma parceria de marketing, proibiu competidores de instalar suas ferramentas de buscas relacionados [a essa parceria].

A NHN, dona do Naver, maior site de buscas da Coreia do Sul, alega que a fatia do Google nas buscas feitas em aparelhos móveis no país foi de apenas 2% em março, mas, depois desse "ato injusto", passou para 15%. Dados da consultoria coreana Metrix indicam que o Naver respondeu por 56% das buscas móveis no país no mês passado, enquanto a Daum foi responsável por 16%, no mesmo período.

Segundo uma fonte ligada ao Google informou ao The Wall Street Journal, a companhia ainda não foi notificada pela FTC, mas promete "trabalhar com elas para esclarecer quaisquer dúvidas que tenham", referindo-se às empresas sul-coreanas. A fonte justifica,porém, que "o Android é uma plataforma aberta que deixa livre para as operadoras de telecomunicações decidirem quais serviços equiparão os aparelhos que funcionam com essa plataforma". Com informações do Financial Times.